Redução de cargas iônicas na intolerância ao frio em pacientes com síndrome pós poliomielite

¹Monalisa Pereira Motta, ¹Katia Maria Campos, ¹Abrahão Joviniano Quadros, ¹Acary Souza Bulle Oliveira, ¹Francis Meire Favero, ¹Vagner Rogério dos Santos

Resumo


A síndrome pós-poliomielite (SPP) é caracterizada pelo surgimento de novos sintomas que ocorreram no passado na fase aguda da poliomielite. Entre estes novos sintomas encontra-se a intolerância ao frio (IF), que é uma sensibilidade anormal ao frio ou a baixas temperaturas, podendo esta progredir rapidamente para dor, sendo mais comum nas extremidades. Recentes pesquisas mostram uma variedade de mudanças positivas dentro da fisiologia e da construção bioelétrica do corpo, promovidas pelo aterramento humano. Verificar através da termografia infravermelha se há alteração na temperatura das extremidades dos membros inferiores (MMII) de pacientes com SPP, ao utilizarmos uma técnica de redução de cargas iônicas. Para este estudo utilizou-se como tecnologia de redução de carga iônica Magicramp®, foi posicionada embaixo dos MMII de dois pacientes com SPP. A captação das imagens termográficas foi realizada com a câmera FLIR T650sc 25, 640 x 480 pixels. As imagens foram capturadas em quatro situações diferentes, sem o uso da tecnologia, no tempo de 10, 20 e 30 minutos após a técnica anti-estática; nos dois MMII e depois em cada membro inferior (MI) separadamente. Foi observado que os MMII mais acometidos possuíam menor temperatura, e maior heterogeneidade térmica. Após o uso da tecnologia anti-estática foi notado uma maior homogeneidade térmica dos MMII estudados. A redução de cargas iônicas através de tecnologia de aterramento humano demonstrou uma maior homogeneidade térmica no MI mais acometidos após o uso do Magicramp®.

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